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Fazendas

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Fazenda Juliana

consta que esta Fazenda foi fundada por Antonio Probace Augusto Ruy. Pertenceu ao Senhor Valeriano Francisco de Souza, casado com a Senhora Dona Juliana Maria de Menezes. Esta, após a morte do marido, assumiu a direção da Fazenda, ficando a mesma conhecida por seu nome. Desde então, a Fazenda continua na família, sendo passada adiante por herança. A casa-grande é constituída de quinze peças, oito janelas na frente, atingindo ao todo dezoito janelas. 

Foi constituída com pau-a-pique, ripas de barro e cavacos, sem tijolo; isto, nas repartições internas. As paredes externas são construídas com pedras grandes, com largura de setenta centímetros. A madeira usada nas portas e janelas eram de cedro e louro. Também, sesta fazenda, haviam muitos escravos, existindo um tronco para açoitar os negros desobedientes. Contam que seu Procópio, filho de seu Valerianno, era uma pessoa de caráter muito cruel. Certa vez mandou açoitar um escravo até a morte e um negrinho implorou de joelhos para que ele não mandasse matar o negro. A veemente súplica de uma criança sensibilizou o senhor, que mandou suspender o castigo, sendo poupada a vida do infeliz negro. 

Antigamente, havia uma tafona para a fabricação de farinha de mandioca e um moinho (movido à roda d’água) para produzir a farinha de milho. Também eram praticadas a agricultura, com o plantio de feijão, milho, arroz, cana-de-açúcar, e a pecuária, com a criação de gado bovino. Nos dias atuais, continuam as mesmas atividades econômicas, já com algum progresso técnico. A água da lagoa, que abastece as necessidades da fazenda, é movida por uma turbina onde há uma taipa construída e onde existem peixes e jacarés.



Fazenda São José

Também chamada Fazenda das Rosas, foi fundada por Tristão Gomes da Rosa. O Solar da Fazenda, edificada em 1880, é dos mais típicos e de melhor construção, tendo sido erguido com pedra de areia muito bem lavradas. O Senhor Inácio Diedrich está, atualmente (1958), de posse da bem conservada serraria anexa. Fica a mesma junta à Capela de Nossa Senhora da Conceição e perto da Igreja da linha Glória. A família Rosa era afamada pela bondade de coração com que tratava seus escravos, aos quais legou, posteriormente, o morro Matutu e a Picada conhecida como Ouro Perto. Conheceu-se, ainda a Fazenda Cardoso, fundada pelo senhor Cândido Cardoso; Fazenda Sant’ana, pertencente à família de Manoel Patrício Azambuja; Fazenda Cantagalo ou Vilanova, de Ricardo José Vilanova (Sesmaria – 1816).



Fazenda Boa Vista

Foi fundada por Manoel da Rosa, sendo uma das mais antigas. Ficava localizada entre a Fazenda Juliana e a Fazenda Garcia. Manoel Antônio da Rosa foi o pioneiro na cultura da cana-de-açúcar naquele local, onde tinha um alambique. Foi também o primitivo ancestral da tradicional família Rosa. Era avô paterno de Tristão da Rosa que foi fundador da Fazenda dos Rosa.



Fazenda Sant’ana

Foi fundada por Antônio Azambuja Vilanova ( o velho Tico ), tendo, mais tarde, pertencido ao seu filho, também conhecido como Tico Vilanova. Nas Fazendas Vilanova, Souza e da Concórdia, nasceram diversos homens ilustres da história do Rio Grande do Sul. O senhor João Luiz Kern – professor e agrimensor, fez a planta das fazendas.


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